RESPOSTA SUTACO AO ARTIGO DA VEJA SÃO PAULO
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Classificação do Artesanato Brasileiro

Classificação do Artesanato Brasileiro

A economia criativa e relacionada com a cultura tem crescido e conquistado cada vez mais espaço no Brasil. Uma das provas disso é o fato de que o artesanato já responde por mais de 4% de todo o PIB (Produto Interno Bruto) do país.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Sebrae e divulgada em 2013, 20% dos artesãos brasileiros possuem Ensino Superior completo; 60% desses profissionais têm o artesanato como a sua principal fonte de renda e em 33% dos casos o modo de produção envolve famílias no empreendimento. Outros dados sobre o perfil de quem realiza essa atividade indicam que a maior parte deles, mais de 60%, usa a internet como principal forma de divulgação do seu trabalho e 24% dedica de 4 a 6 horas do dia ao ofício.

Diante desse panorama geral, cabe dizer que o artesanato é uma atividade fundamental por diversas razões. Além de movimentar a economia do país, tem a característica de preservar a cultura do trabalho manual e o folclore de cada região, por meio da produção de cada peça. No entanto, é um ofício que precisa de mais incentivo e fomento, para que quem o exerce tenha melhores condições de trabalho e não precise substituí-lo por outra profissão mais rentável.

É por isso que as entidades ligadas ao setor estão constantemente em busca de melhorias, realizando reivindicações junto às autoridades competentes. Nesse momento, uma das coisas que nós estamos propondo é a reformulação da portaria 29/2010, a Portaria Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Essa norma oficializa o conceito do artesanato brasileiro, delimita os aspectos necessários para que uma atividade possa ser considerada como artesanal, além de estabelecer parâmetros de atuação do Programa do Artesanato Brasileiro em todo o território nacional.

Defendemos a reformulação com a participação das entidades de classe dos artesãos, que são as que melhor podem representá-los e ajudá-los na busca por seus interesses. Além disso, propomos também uma reformulação com adequação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), documento instituído em 2002, responsável por identificar as diferentes ocupações no mercado de trabalho para que sejam classificadas perante registros administrativos e domiciliares.

A CBO de 2002 é a mais atual, que substitui a última versão, de 1994, estando mais atualizada e completa em relação ao conteúdo.

Mudanças normativas relacionadas ao artesanato, fazendo com que ele seja descrito na lei de uma forma que reflita melhor a sua realidade, são primordiais para legitimar o ofício, fazendo com que ele ganhe respaldo e mais respeito por parte das autoridades e da sociedade em geral. Trabalhar nas normas vigentes de modo que elas cumpram o papel de fomento ao artesanato é como constituir uma base para que ações mais práticas possam ser realizadas, estando amparadas por tais normas.

Não basta apenas o oferecimento de oficinas para a profissionalização dos artesãos (embora esse tipo de iniciativa também seja muito importante), é preciso ir mais afundo e reestruturar os pilares que sustentam qualquer atividade profissional, que são as normas e leis.
Link da matéria http://www.redealianca.com.br/classificacao-do-artesanato/

5 Comentários

  1. ze valdir disse:

    ola como vao voces
    queria saber se voces oferem cursos ?

  2. Luciana disse:

    Olá, preciso de saber onde classifico ou q nome se dá a artesanato, para, bolo fale com massa corrida e pintura e colagem de pérolas.
    Aguardo retorno.
    Obg
    Luciana

    • Sindiartes disse:

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    • Sindiartes disse:

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